O Cenário do Poder VII
Surge um inimigo comum à humanidade. E os inimigos se
‘juntam’ para contrapor, mantendo ao mesmo tempo, suas características de ódio
recíproco e interesses particulares conflituosos e seus projetos nacionalistas.
A Rússia tem, por Putin, um projeto de tornar-se outra vez numa potência
econômica e militar. A Europa quer ser suprema na liderança do planeta, e busca
unir-se, embora o profeta Daniel revela que não conseguirão a sua unidade
política (ver Dan. 2:43). Os Estados Unidos, agora de vez querem manter-se na
hegemonia diante de todas as nações. O Vaticano, quer obter o restabelecimento
de seu poder medieval. Os muçulmanos sentem-se ameaçados pelo avanço da cultura
ocidental. Os judeus querem consolidar seu estado na palestina, bem como sua
liderança econômica mundial. As igrejas querem livrar o mundo de satanás sem
afastar-se das doutrinas de satanás. Os palestinos querem uma pátria. A China,
gigante meio adormecido, está de olho para ver como melhor tirar proveito de
tudo o que se sucede. Os países em desenvolvimento e os não desenvolvidos
querem tratamento mais justo por parte das potências detentoras da tecnologia e
dos recursos dela provenientes. Em meio a essa salada de contrariedades, ou
seja, uma babilônia política, os terroristas encontram motivos e oportunidades
para agir e ameaçar o planeta todo.
Afinal, quem está contra quem, ou quem
está aliado com quem? As redes de terroristas são muitas, mais de três dezenas
das que são conhecidas. Os muitos interesses são absolutamente conflituosos. As
‘máfias’ do tráfico de drogas, armas, pessoas e dinheiro, agem sob um comando
invisível. Apreensões que são divulgadas com alarde se sucedem, mas a droga
está cada vez mais disponível. O homens estão cada vez mais lutando
desesperadamente contra quem não vêem, que não alcançam, que não conhecem, e
que se infiltra em todos os lugares, desde os lares nos parlamentos, nas empresas,
na sociedade, nas igrejas, na justiça, por tudo. Quem é esse inimigo? O mesmo
que está articulando o projeto de "Paz e Segurança" assinado a um
ano, pelo qual, deseja implantar a Nova Ordem Mundial em honra a si mesmo.
Essas coisas acima vistas, nada disso é o
verdadeiro problema. Isso é encenação, mas uma encenação muito realista, a
pondo de assustar, de destruir e de matar. O verdadeiro problema para o inimigo
da humanidade reside na fidelidade daqueles "...restantes da Sua
descendência, os que guardam os mandamentos de DEUS e tem o testemunho de
JESUS." (Apoc. 14:17 up) Satanás peleja contra esses. O cenário de
violência mundial hoje não é outra coisa senão uma desesperada articulação para
destruir quem quer que se mantenha invocando o nome do Senhor JESUS.
As nações, no auge do poder destrutivo de
todos os tempos, arregimentam todo o seu arsenal contra quem? Contra uma
‘pulga’ que, por sua astúcia de maldade e capacidade de movimentação, seu
desapego à vida, descobriu o caminho do poder, e tornou-se mais forte que todo
o arsenal convencional. Bem profetizou o profeta Joel (3:9 e 10) "
Proclamai isto entre as nações, proclamai
guerra santa; suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de
guerra. Forjai espadas das vossas relhas de arado e lanças, das vossas
podadeiras; diga o fraco: Eu sou
forte." No entanto, nesse tempo, "multidões, multidões no
vale da decisão! Porque o dia do Senhor
está perto, no vale da decisão." (Joel. 3:14).
Quando preparam-se os homens para
potencializar o ódio, agora, em meio a confusão nunca dantes experimentada,
pode sobre eles desfechar-se uma seqüência de acontecimentos relacionados à
"repentina destruição", não um estado de "paz e segurança".
Esse, ao que parece, é o caminho em que se meteram as nações presentemente. Satanás está jogando a humanidade contra si
mesma, uns contra os outros. O amor está esfriando rapidamente, e os
efeitos estão sendo colhidos. E seu custo é grande demais para perdurar por
muito tempo mais.
Sikberto R. Marks